Uma viúva tinha duas filhas: uma delas, bonita e trabalhadeira; a outra, feia e preguiçosa. Preferia, porém, de muito, a segunda, pois era a sua verdadeira filha; assim, a primeira tinha de fazer todo o serviço caseiro e ainda servir de criada. Dia a dia precisava sentar-se junto ao poço e fiar até os dedos lhe sangrarem.












