A matéria prima dos tecidos romanos, era, de modo particular, a lã, ora grosseira, ora fina. Com linho confeccionavam-se especialmente vestidos de mulheres e lenços, os quais se começaram a usar, em Roma, no tempo de Cícero. Algodão importava-se da Índia, ou mesmo do Egito, e seda provinha da China, a partir da época de Augusto.
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| fonte: acervo Ludus Schola - Fíbula Romana (Museu Metropolitano, Nova York). |
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Fia-se a lã com fuso e
tece-se depois. Tingem-na ora antes de tecê-la, ora depois. A tintura mais
apreciada é a púrpura.
A púrpura romana, porém, não era a cor que chamamos purpúrea; era antes um carmesim muito vivo, muito rico e lindo.
Traje das mulheres
As mulheres romanas usavam
túnica, peça de roupa interna, feita de lã, sem mangas.
Além da túnica usavam a
estola, vestido cheio e amplo, abotoado com broches sobre o ombro. A parte
superior da manga era igualmente presa com broches (fíbula), fivelas ou
alfinetes. Estes alfinetes eram, por vezes, de grande valor.
A stola tinha uma
franja tão ampla na extremidade inferior, que era necessário usar um cinto. A
dama levantava então a veste, até que a franja apenas tocasse o solo e apertava
o cinto para conservar nesta posição.
As damas ostentavam penteados
caprichosos, levantando os cabelos postiços e frisados numa torre de tranças.
Usavam leques, sombrinhas, anéis, colares e muitos outros enfeites.
O calçado era análogo aos dos
homens, porém mais elegante.
Os romanos tinham duas
espécies de calçados: solea, sandálias, e calcei, sapatos.
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| fonte: acervo Ludus Schola - Solea Romana (museu Metropolitano, Nova York). |
As sandálias eram solas de
couro presas aos pés com tiras. Usavam-se em casa com a túnica e se tiravam
durante as refeições.
O calcei cobriam todo o pé e
eram muito semelhantes aos sapatos de hoje em dia.
Usavam-se fora de casa com a
toga e a estola.



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