O Universo é tão grande, imenso que, até mesmo a matemática, física e a quântica estão tendo dificuldades em dar conta de explicá-lo.
- Ciência na prática: telescópios que fotografam estrelas e galáxias em alta resolução
- O que é Astronomia e por que ela é fundamental para a ciência moderna?
- O Espetáculo Final: A Ciência por trás das Grandes Explosões Estelares
O Universo é um ser consciente,
inteligente e em constante evolução. Desde a mais remota idade, pré-história
aos dias de hoje, o Cosmos, assim como chamavam os gregos, é um mistério tanto
igual Deus. Quem o criou, sendo ele, o Universo a maravilha mais poderosa da
criação divina ou àquilo é o primeiro motor.
Ciência na prática: telescópios que fotografam estrelas e galáxias em alta resolução
A astronomia é
considerada a arte do saber mais antiga que se tenha notícia. No passado a
Astronomia e a Astrologia eram empregados na agricultura e no cultivo da Terra,
como uma agenda para assim fazer boa colheita. As estrelas e tudo o que
circunda abóboda celeste noturna mexeu profundamente com todos os povos em
todas épocas, sendo a matéria-prima para o desenvolvimento da Filosofia, ao
qual um grupo de pessoas passam a refletir e pensar sobre o espetáculo noturno
que se abre, é o Universo mostrando sua realeza.
Ajudou a compor boa parte
das religiões antigas, além de influenciar na poesia, literatura e, sobretudo,
na própria ciência, ao qual favoreceu no desenvolvimento pleno e consegue
captar as tecnologias advindas do mais profundo do Cosmos e continuará assim à
margem da exploração da fronteira do conhecimento.
Neste milênio, as ciências
que tratam do assunto estão mais desenvolvidas para dar um passo como poucos
na história da civilização, e as próximas gerações deverão ter mais ferramentas
para o estudo profunda das galáxias e estrelas, além de todo o emaranhado quecompõe a teia do Universo. A Astronomia abriu-se em leque e deu origem a outras
ciências como a Cosmologia, Astrofísica, Planetologia, Astrobiologia e outras
ramificações.
Contudo, a hierarquia
entre as ciências foi necessária para dar conta do imenso (impossível de pensar
o tamanho do Universo) laboratório, onde não há limite ou fronteira, ao qual possibilitou
a possibilidade de testar ideias que jamais poderiam ser realizadas na Terra. Ao
contemplar o alto, não há limite para a imaginação, espaço há de sobra para
sustentar o que é imaginado.
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Os telescópios instalados
no espaço nos últimos anos trouxeram melhores resultados, uma vez que o vazio
não há ar para borrá-las, comparados aos telescópios da Terra. Alguns telescópios
espaciais conseguem chegar mais próximos de planetas e acompanhar o clima, tempestades,
ventanias e outras anomalias que acontecem em Marte e Júpiter, igualmente como
se acompanha o clima aqui na Terra. Quanto aos espectros de luz, atualmente há
telescópios que além de captar a luz comum – visível aos olhos humanos –
conseguem fotografar as ondas de luz em raios X, infravermelha, ondas de rádio,
de fundo em micro-ondas, além de outras formas de luz invisíveis.
O que é Astronomia e por
que ela é fundamental para a ciência moderna?
Todos os dados
processados transformam-se em informações e a Astronomia e Cosmologia são como
duas máquinas de produzir conhecimento. O conhecimento e as descobertas fluem pela
comunidade internacional dos astrônomos e filósofos para chegar a um acordo com
será estrutura que o Universo deverá ter, começando por contar as estrelas e reuni-las
em grupos distintos. Após formado os grupos distintos de estrelas, elas ficam
agrupadas e imensas bolhas ao qual juntado todas dá o sustento as galáxias, que
são conhecidas como “tribos cósmicas”.
Assim como as estrelas
formam grupo, as galáxias também se unem a estruturas maiores, que são os
aglomerados ou superaglomerados do chamado Grupo Local – o grupo local é composto
pela Via Látea, a galáxia de Andrômeda, a galáxia do Triângulo e estima-se que
haja no grupo local umas cinquenta mil galáxias menores. Os superaglomerados formam
outros grandes grupos, ainda maiores e desafiadores ao qual estas estruturas
são denominadas de Grande Muralha Hércules-Corona Borealis, sendo a maior
estrutura do Universo observável. A Grande Muralha se confunde coma história do
Universo, ao qual, muitos estudiosos acreditam que no futuro os dados colhidos
consigam desvendar o mistério que resido no Universo, revelando o que houve a
13,8 bilhões de anos.
O Espetáculo Final: A
Ciência por trás das Grandes Explosões Estelares
No Universo primitivo havia
dois elementos básicos, o hidrogênio e o hélio e as estrelas não existem para
sempre como se fossem eternas, ao se explodirem, as estrelam lançam no vazio cósmico grande quantidade de matéria dando origem a outros elementos mais pesados
(como ferro, cálcio, níquel, ouro entre outros, em comparação o Universo jovem.
Os restos estelares de
transformam em outras estrelas, enriquecendo o espaço de átomos. Outra parte da
matéria da estrela se transforma em astros, mas com diferença em relação as
estrelas comuns. Os astros são corpos inimagináveis, parecendo com as estrelas
de nêutrons e dão origem ao buraco negro – permanece um mistério se os buracos
negros sugam ou expelem a matéria, sendo que algumas pesquisas apontam que eles
são o canal para outro Universo.
Em se tratando do Cosmo,
não é algo imutável, estagnado, mas algo vivo, consciente e em contínua transformação.
Embora não seja possível ver a simples vista, os telescópios capturam diversas
imagens de estrelas e galáxias que explodiram a bilhões de anos e agora a luz e
ondas desses objetos estão chegando até nós, portanto, os fenômenos já aconteceram
a muitos milhares de anos. Mas, quando se observam enormes pedaços do céu ao
mesmo tempo, pode-se flagrar diferentes tipos de astros e corpos celestes
passando por distintas fazes ou ciclos de evolução cósmica.
As explosões estelares
iluminam algum ponto no céu, ao qual consiste num espetáculo indescritível,
pois, algumas estrelas ao se sucumbirem iluminam mais que galáxias inteiras, o
que origina o fenômeno de supernova que pode ser visto no céu por vários dias.
Nesse sentido, os telescópios são direcionados a se aproximarem para acompanhar
os detalhes do espetáculo. Mesmo assim, estes fenômenos podem ser vistos de
muito longe, pois, a supernovas acabam se tornando úteis para investigar a
origem e evolução do Universo.
Foi em 1998, graças as
supernovas, que se descobriu que o Universo está se expandindo cada vez mais
depressa, contrariando a própria lei da física e mais rápido do que a Radiação
Cósmica de Fundo em Micro-ondas – o fóssil da luz –, o que levanta a hipótese
de algum tipo de força ao qual ainda se desconhece, chamada de antigravidade.
Porém, esta força é ainda
mais complexa, muitos teóricos e astrônomos afirmar ser a anomalia do Grande
Atrator, força esta que está puxando o Superaglomerado Local, a Laniakea até os
limites da Grande Muralha-Hércules Corona Borealis.
Outro fenômeno do universo
remetido à antigravidade é o efeito energia escura e matéria escura, ao qual os
cosmólogos e astrônomos têm debruçado toda a atenção em tentar identificá-los.
Sendo assim, as supernovas funcionam como um velocímetro de um tempo que já
aconteceu, sendo o clarão a pista para os estudiosos, um caminho preciso de
calcular a expansão do Universo a partir daquele ponto.




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