Um rei e uma rainha viviam
bastante felizes, pois amavam-se muito. Mas a rainha sempre suspirava:
__ Se tivéssemos um filho nossa felicidade seria perfeita!
Um rei e uma rainha viviam
bastante felizes, pois amavam-se muito. Mas a rainha sempre suspirava:
__ Se tivéssemos um filho nossa felicidade seria perfeita!
Era inverno e a neve caía. Do céu rodopiavam flocos parecendo leves plumas. A rainha cosia junto ao caixilho de ébano da janela. Distraída, picou-se no dedo e algumas gotinhas de sangue rubro pingaram sobre a neve. Enlevada com o contraste das cores. pensou: Quem me dera ter uma filha cujos cabelos tivessem a cor do ébano, cuja pele fosse como a neve e cujas faces tivessem esse rubor de sangue.
Surgiu na França com Jean Moréas, Verlaine, Mallarmé, Rimbaude e passou-se a Portugal, em 1890, através de Eugênio de Castro com sua obra Oaristos.
Um homem possuía um burro, que sempre levara de boa vontade os sacos de trigo ao moinho, mas cujas forcas agora começavam a minguar e o trabalho rendia cada vez menos. O patrão pensou em passá-lo adiante mas o burro percebeu estar o ambiente desfavorável e fugiu. Dirigiu-se para Bremen com a intenção de lá tornar-se músico.
O pieguismo e excessivo sentimentalismo romântico não pode durar muito. Como reação aparece o Realismo, cuja estética é centrada na busca da verdade como tal, o “real” aqui e agora. Por isso a arte será concebida como representação objetiva da realidade, os temas serão universais, a razão tentará conter o extravasamento sentimental.
As transformações políticas, sociais e econômicas por que passa a Europa em fins do século XVIII e começo do séc. XIX, quais sejam a ascendência da classe média e consequente queda da aristocracia e o liberalismo na política, influem na literatura determinando o rompimento com o classicismo, o qual representava os valores estéticos da mentalidade aristocrática e absolutista.
Sentado a sua mesa numa manhã de verão, um alfaiatezinho cosia. Então, desceu a rua uma camponesa apregoando:
A mulher de um homem de posses estava muito doente; chamou então a filhinha ao lado da cama e disse-lhe:
Prepare o fôlego (e o traço)! Explore esta nova interpretação visual da fábula Os Três Porquinhos. De rascunhos expressivos à arte final colorida, mostramos como cada material – palha, madeira e tijolo – ganha vida através do design.
Nos velhos tempos, quando bastava desejar-se alguma coisa para obtê-la, havia um rei com muitas filhas, todas formosas; mas a caçula era tão linda a ponto de o próprio sol se alegrar quando lhe batia no rosto, ele que vê tanta coisa pelo mundo. Perto do castelo ficava uma floresta escura e, junto a uma velha árvore, havia um poço.
Havia um casal que há muitos anos desejava possuir um filho e finalmente ia poder realizar o seu desejo. Moravam numa casinha cuja janela de trás dava para um maravilhoso pomar cheio de frutas. Mas era circundado por muros altos e ninguém ousava lá entrar, pois pertencia a uma bruxa de grande poder.
Uma viúva tinha duas filhas: uma delas, bonita e trabalhadeira; a outra, feia e preguiçosa. Preferia, porém, de muito, a segunda, pois era a sua verdadeira filha; assim, a primeira tinha de fazer todo o serviço caseiro e ainda servir de criada. Dia a dia precisava sentar-se junto ao poço e fiar até os dedos lhe sangrarem.
As Novas Roupas do Imperador é
um conto criado por Hans Christian Andersen, sendo um clássico da literatura
infanto-juvenil. O conto é tão famoso que serviu de inspiração para Chispirito,
autor do “Chapolin Colorado” – Chapolin em espanhol quer dizer ‘gafanhoto’
e colorado, vermelho, ao qual em muitas partes do seriado mexicano, o Chapolin
é chamado de vermelhinho ou polegar vermelho, ao apresentar outro
clássico da literatura, episódios intitulados como “O Alfaiatezinho Valente”, disponível
no Youtube.
Nem sempre os períodos se constroem da maneira normal pela qual deviam construir-se. Nem sempre os termos se colocam dentro das orações na ordem em que normalmente deveriam vir. Conforme o estado emocional ou a intenção de quem escreve, a construção dos períodos, a colocação e mesmo a concordância dos termos sofrem mutações que geram as figuras de sintaxe.