Dois filósofos marcaram o rumo da filosofia antiga, Epicuro e Zenão, ao qual um grupo de filósofos, além deles, por volta do ano 300 a.C., tendo Zenão e Epicuro como principais representantes, incluindo também de Cleanto e Crisipo, fundam uma escola de pensamento no período conhecido como filosofia helenística.
As escolas de pensamento foram
fundadas em Atenas – capital da Grécia. As
escolas tinham como escopo contemplar a vida simples, tendo o filósofo Sócrates como exemplo, porém, alguns estudiosos
atribuem a estas escolas de uma nova interpretação
do pensamento do filósofo Platão.
Portanto, são duas escolas com modos distintos. A escola fundada por Zenão – os estoicos, como eram chamados – ao qual o estoicismo é a filosofia que visa contemplar o plano divino – ou seus seguidores fazerem parte de plano transcendental, e, tudo o que acontece na realidade tinha que ser assim, porque constitui a natureza da coisa.
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| Imagem 01 - Acervo: Ludus Schola |
Eles também, os estoicos,
acreditavam que a existência humana não passa do agrupamento de átomos e quando
se morre, os átomos se desintegram.
Tinham como lema inspirador:
Buscar somente a felicidade e não se preocupar com nada.
Acima da entrada da escola de Zenão havia uma frase que orientava seus seguidores:
“O prazer é o maior bem”
Ele aconselhava a seus
seguidores a pensar mais de uma vez em buscar pelo prazer ao qual pudesse
trazer dor.
Os estoicos afirmavam que ter
uma vida boa era levar uma vida virtuosa. Os sentimentos não são bons
conselheiros, diziam eles, se tornam barreiras quanto a emissão de um reto
julgamento.
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A filosofia de vida, então,
era senão aceitar o destino e vale a pena lutar contra os dissabores da vida.
Desejar, segundo Zenão, o que
não poderiam, traria apenas, a infelicidade.
Este tipo de filosofia
simples ganhou tanta popularidade, que o estoicismo chegou a atingir todas as
classes sociais da era antiga, dos escravos, cidadãos comuns até a Monarquia.
Em Roma, os epicuristas foram taxados de serem destinados ao prazer ao qual
agarrou má fama aos princípios estoicos, pois segundo os romanos, se deixar
levar pelo prazer constituía uma forma fácil de satisfação para qualquer desejo
que apareça de momentâneo.



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