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| IMAGEM 01 - Acervo Ludus Schola (fonte pexels.com) |
Ludus Schola – Escola Cooperativa de Ensino DECLARA que, o docente não é àquele que ensina, mas sim o profissional capacitado que tem a tarefa de suspender a lanterna, iluminando o melhor caminho ao qual o aluno pretende seguir o roteiro da vida. Tal forma filosófica de analisar o papel do professor, recorre-se a filosofia de Platão, ao qual o homem já tenha aprendido as sobre as coisas ao longo de suas várias reencarnações ou metempsicose das almas.
O professor representa o
arcano maior do Tarot Clássico e Tarot Místico e Esotérico de Motosofia, O Ermitão, àquele que suspende uma lanterna do alto da montanha e lá de cima a
lanterna ilumina os de baixo, afugentando a escuridão da ignorância.
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| IMAGEM 02-Acervo Ludus Schola (Tarot Místico e Esotérico de Motosofia) |
Portanto, o professor não pode
nem tem o direito de atribuir ao aluno pontos para satisfazê-lo, pois, cabe ao
aluno conquistar o mérito de atingir seu objetivo, buscando estudar e
compreender o que é ensinado, e sobretudo, o aluno deve ser instigado a “crer
para compreender”. Desse modo, o aluno que não atingiu a meta para avançar a
série seguinte está sujeito aos estudos auxiliares para o exame de recuperação,
que muitas instituições optam por um trabalho de 40 pontos e uma Avaliação de
60 pontos.
Assim sendo, se na recuperação
não atingir os 60% exigidos na cotação oficial do Governo federal, estará o
estudante impedido de avançar a série seguinte, pois, para este avanço, no
Sistema do Governo não pode haver inconsistências ou dados incompletos, que o
Sistema não permite avançar ou prosseguir para as etapas seguinte - de acordo com especialistas e gestores de TI consultados por Ludus Schola.
Por esta razão, Ludus Schola
aconselha aos professores e demais profissionais que trabalham manipulando
informações, que elas sejam imputadas ao Sistema tendo relação com a realidade.
A partir dos dados fornecidos dos servidores públicos que o Governo cria metas
visando aplacar o cenário decadente da Educação. O Brasil está sendo questionado
internacionalmente por apresentar métricas insuficientes na educação em relação
aos demais países do mundo. O cenário atual está mais à Guerra do que à paz do
jardim do Éden.
No entanto, seja para a rede
estadual, municipal ou particular de ensino, se o discente não atingiu ao
exigido, não cabe o professor e seja qualquer que foro profissional, aumentar
ou ajustar a pontuação para que o indivíduo avance a série seguinte ou vivencie
o mico da reprovação ou “tomar bomba” – e o mundo já está trocando bombas! A atitude
docente de querer agradar ou arrumar problemas é o apagar da lanterna
imediatamente do professor e, a escuridão prevalecer novamente sobre a escolha
de decisão do aluno. Para mantê-la acesa, o professor deve se guiar pelo justo
e prudente ao avaliar o aluno. Assim sendo, poderá reprová-lo, ou seja,
continuar na mesma série até atingir ou alcançar o objetivo por mérito próprio.
Isso não é vergonhoso e sim uma prova de determinação e avanço intelectual, o
aluno se tornará o melhor, se assim o quiser, da sala, pois já estudou os
assuntos da série e terá bom desempenho.
A reprovação escolar é
destinada todas as séries, embora algumas escolas defendem que Filosofia não
serve para todos e devem os alunos devem passar, o que Ludus Schola desmitifica
completamente este pensamento. A Filosofia é, senão, a área mais importante de
todas. É dela que surge a linguagem, ao qual respinga no idioma – estudo da
Língua Portuguesa -, ajudou a Matemática ter autonomia e sustentar por si
própria, garantiu a ela os rigores da lógica e da Dialética, na Política, a
Filosofia confronta ideias e parte para o rígido rigor da retórica. Enfim, a
Filosofia é o eixo central para todos os saberes que existe no mundo e até no
Universo. É ela que determina (cosmólogos) qual é a estrutura que Universo deve
se erguer.
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| IMAGEM 03-Acervo Ludus Schola (Fonte: pexels.com) |
O estudo da Filosofia ofertado
na rede municipal, estadual e privado (algumas instituições pesquisadas por
Ludus Schola ensinam a Filosofia como deve ser ensinada, nos moldes pedagógicos
exigidos) constitui apenas em tentar compreender o que é Filosofia e do que se
trata. A mesma coisa que ver um barco na praia e dele tentar escalar o grande e
perigoso oceano. Muitos conseguem sair da praia, porém, aqueles que estão quase chegando na boca do grande abismo que é a Filosofia, pedem para retornar imediatamente à
praia. Um exemplo claro está na obra da filósofa Marilena Chaui, Iniciação
à Filosofia. Como o nome já afere, é apenas uma introdução ao mistério do
pensamento, e compreender as faculdades da razão, em ter autonomia em dissipar
com as sombras da ignorância, apresentando a luz da razão sempre a Verdade e
sua relação com a realidade.
Empurrar o aluno é o mesmo que
empurrá-lo ao abismo, ao fracasso, à derrota, destiná-lo à eterna escuridão da
ignorância. E ao Professor lhe resta a Justiça Divina, em analisar e pôr ao
crivo da balança toda a formação acadêmica recebida, valores éticos, valores e
as ações depois como profissional do saber e construtor do Conhecimento.



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