No início da Filosofia havia a lógica antiga, a lógica de Aristóteles (384-322 a.C), sendo ele seu iniciador. A essência da lógica aristotélica é a teoria do silogismo.
Seus escritos “Organon”,
divide-se em:
- Categorias – termos e conceitos;
- Tópicos – competições públicas de dialética;
- Refutação dos sofistas – idem;
- Interpretação - escritos sobre proposição;
- Primeiros Analíticos – sobre o silogismo geral;
- Segundos Analíticos – escritos sobrea demonstração;
![]() |
| Imagem 01 - Crédito: Canva |
Todo homem é imortal; (F)
Sócrates é homem; (V)
Logo Sócrates é imortal.
(F)
Veja no esquema:
V + V = V
F + F = V
V + F = F
F + V – V
Euclides de Megera (450
a.C., ?) – Seguidor de Sócrates e fundou a escola megárica.
Zenão (326 – 264 a.C.) –
Fundador do estoicismo.
Crisipo (280 – 250 a.C.)
Um dialético imbatível é
atribuído a ele o silogismo:
Saiba mais: Lógica
Tem o que não perdeste,
Mão perdeste os chifres,
Portanto, tem os chifres.
Contribuições da escola
megárico-estoica:
Iniciadores da lógica
proposicional;
Deram grande importância
para os conectivos “se... então, ou” e “e”.
![]() |
| Imagem 02 - Crédito: Canva |
Lógica medieval
Durante o florescimento
da escolástica (século XIII a XVI), foram realizados notáveis progressos na
lógica aristotélica.
Um dos principais autores
deste período esta Pedro Hispano (1220/1225?-1277) escreveu a “Sumulae
logicalis”. Tornou-se papa João XXI e ficou poucos meses no pontificado.
Para ele, a lógica, era a
“ciência de todas as coisas”.
Competia à lógica, no
entanto:
- validar os atos da razão humana, na procura da verdade.
- o saber científico tinha que obedecer à lógica formal.



Nenhum comentário:
Postar um comentário