Ludus Schola - em latim - Escola Lúdica, é uma Escola Cooperativa de Ensino (de matriz educativa mística e esotérica ocultista) - regida e mantida pela Espiritualidade Mística e Esotérica de Motosofia (E.M.E.M), sem fins lucrativos - com metodologia nativa, sustentada e declinada nas sete Artes Liberais: Trivium e Quadrivium; que visa produzir conhecimento e trazê-los à tona da verdade, para assim difundir o saber para todas as pessoas que dele necessitam. O objetivo de Ludus Schola é ensinar e transmitir o saber nos moldes da Educação Clássica, fazendo uma mescla entre o tradicional e tecnológico, mas sobretudo, concilia o místico com o espiritual, tendo como viés, ser como uma lanterna suspensa, iluminando a trilha para que o indivíduo, saiba escolher com sabedoria qual caminho pretende seguir.
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GEOGRAFIA - Mapa Linguístico de Minas Gerais


 

Com os três falares segundo o trabalho Esboço de um Atlas Linguístico de Minas Gerais (EALMG), UFJF, 1977.

No norte, o falar geraizeiro. No centro e leste, o falar mineiro. No sul e oeste, o falar caipira.

 O FALAR MINEIRO:

No século XVIII, a região central de Minas Gerais foi influenciada por paulistas, pela corte imperial, africanos, e portugueses vindos do Minho e desenvolveu um falar exclusivo do estado. O dialeto mineiro apareceu no século XIX, após a decadência da mineração de ouro, que era transportado por um conjunto de estradas chamado Estrada Real.

É um dos dialetos mais facilmente distinguíveis do português brasileiro.

Também é chamado de "montanhês".

 

O CAIPIRA:

O sul mineiro, sudoeste e a região do Triângulo Mineiro parecem falar uma mescla entre o dialeto paulista/caipira (com o "R" retroflexo) e o dialeto mineiro.

Esse falar parece estar em retração em zonas de contato com o falar mineiro.

Também é chamado de paulista por muitos em Minas Gerais, apesar de não ser idêntico ao falar do interior do estado de São Paulo.

 

O GERAIZEIRO:

O norte do estado recebeu povoadores vindos de São Paulo, posteriormente da região central de Minas, e de povoadores vindos da Bahia, desenvolvendo o dialeto geraizeiro, nome também dado ao povo local. É uma área extensa e pouco povoada.

Também é chamado de baianeiros ou catrumanos, apesar do dialeto ser mais próximo do mineiro do que do baiano.

 

Fonte: Paulistânia Tradicional

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